Melancolia


Curtos relatos





Meus amados pais, falecidos entre 2006 e 2007. 
Muitas lembranças e saudade. 
Ausência que dói.🖤

Lucidez não me falta, ainda. Então, aproveito para 
relatar (curtos relatos) alguns episódios da minha vida.

Muitas coisas eu ví e vivi, até mesmo situações 
impactantes e marcantes, pelo menos para mim.

 Começa assim:

Eu sou de origem pobre e humilde.

  Meus pais eram primos de primeiro grau e 
minha mãe não sabia ler nem escrever. Meu pai, 
apesar de nunca ter ido à escola era alfabetizado 
o suficiente para exercitar o cérebro e se fazer 
entender diante de algumas situações.

Eles tiveram dez filhos e eu sou a 
sétima entre os dez. 
Família numerosa. 

Passamos privações e não tivemos grandes oportunidades. 
Na verdade, mal pudemos ir à escola. A nossa vida tem 
sido difícil e desgastante, porém, trouxemos na bagagem 
algumas experiências que valem ouro. 
Sou grata a Deus!


 

"Família é como galhos de uma árvore; todos crescemos em direções diferentes,
mas nossas raízes permanecem as mesmas." 

 — Desconheço a autor

 
Além dos meus pais, (mencionados acima) aqui estão os demais entes queridos 
que também já faleceram.🖤

Daiana, minha filhinha amada.
Falecida em 1994 (11 anos). Onze aninhos apenas.
Me lembro e jamais esquecerei das nossas conversas e
de tudo que vivemos juntas. Saudade imensa e incessante.
 



Gilson, meu amado esposo. Falecido no ano 
de 2000 (43 anos). Muito jovem na minha opinião.
Tivemos um casamento com altos e baixos mas 
reconheço que, com o tempo, amadurecemos e fomos 
abençoados. Deus nos deu graça.






Beth, que saudade. Falecida em 2015.
Minha irmã mais velha, amada, querida, 
e eu a considerava, minha segunda mãe.
Me lembro que, na minha infância, Beth 
teve tanto cuidado comigo e era tão minha mãe 
que eu sentia mais apego por ela do 
que por minha prórpria mãe que me gerou.






Silvio, meu amado irmão, falecido em 2020. 
Ele era mais velho que eu, tinha um temperamento 
difícil, mas às vezes, era dócil e meigo o que 
facilitava a nossa amizade





 
 
Ana Regina, minha irmã amada, ah que saudade! 
Falecida em 2018, foi minha bebê e desde 
que nasceu eu cuidei dela, era como se 
fosse minha filha.






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